Existem um sentimento indefinido, um pulsar extravagante sem nome que aparece de vez em quando e habita nossos corações. Por trás de algumas coisas renascem o apego e o encanto - há um brilho diferente, um retorno aos movimentos da infância indicadora de um segurança que hoje parece despedaçada. Uma virtude sortida, um acaso, e pronto! Surge esse algo mais. Esse sentimento sem coro, sem fila, sem exatidão é o que de mais simples existe no reino dos encantos. Essa presunção de que podemos mais ; misto de paixão e alegria. As palavras tateiam o que invade essa sentimentalidade explosiva que se maximiza convidando os mais ousados a experimentar essas latências. Essa obscuridade que não cobramos perguntas, torna-se registros inclassificáveis reféns do passado cuja saudade deixa um pouco desconfiada a alegria. Isso parece saudável aos olhos do mundo pois o retorno é inadiável e o mundo oferecido reserva o nosso lugar. A menos que não nos seja oferecido o passado, o direito as lembranças e as escolhas, caminhos assumidos, ele deve ser cultivado em horizontes mais ou menos intelegíveis. O retorno é o caminho creditado pelo progresso e pelo avanços nas oferendas que é o sentir. Eu sinto. Eu sou. Eu já não sou.
sábado, 29 de março de 2008
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